PARA LER: Os mestres e a senda - Annie Besant
PARA ASSISTIR: BARAKA - Ron Fricke
1º parte abaixo
1º parte abaixo
Certa vez fui apresentado a uma pessoa, o engraçado foi que tivemos poucos encontros e poucos diálogos, mas sempre aprendi muito nestes contatos, vim perceber estar diante de um mestre, algum tempo depois, talvez a idéia não tenha sido clara pra mim no momento, mas olhando por outros pontos de vista agora, eu deveria ter aprendido mais com aquela pessoa tão especial. Foi-me ensinado em um ambiente espiritual que a palavra conta muito, mas a palavra seguida pelo exemplo é uma das maiores formas de se ensinar algo a alguém, sei que Gandhi e outros lideres praticavam isto, e hoje em dia se torna cada vez mais claro este ensinamento pra mim. O nome desta pessoa é Mario Sales, ele me contou que certa vez quase foi pra índia, meditar e praticar uma vida equilibrada 24 horas por dia, que na sua visão da época seria uma boa forma de evoluir, mas ele descobriu o contrario:
" O caminho da iluminação,não é estar no alto da montanha meditando, ao contrario, é descer a montanha " - Nosso ponto de equilíbrio esta aqui embaixo no mundo real, onde as dificuldades são gigantes e a mudança é a única constante. O meu ponto de superação deve ser agora, sem família, com dinheiro limitado e acabando, sem afeto, sem abraço, sozinho em terras desconhecidas. O Mario me ensinou uma das maiores lições da minha vida, e em seu primeiro livro ele diz assim na introdução:
PHYSIS
Nós os místicos de muitas eras
Como todos os outros antes de nós
Dedicamo – nos, permanentemente,
A desenvolver o dom.
Alguns de nós aperfeiçoam as viagens
no tempo e há aqueles que desenvolvem
os dons da cura.
A mim foi dado o dom de perceber as
Verdades atrás dos silêncios
E de conhecer o que há oculto
nas almas dos homens.
Alguns de nós se purificam pela fé
E outros fazem de suas almas escudos
Impenetráveis contra o mal.
A mim foi dado o dom de ouvir pedidos
Velados de auxilio
E de acudir aqueles que apenas
Tartamudeiam suas dores.
A mim foi dada a missão de veicular com
palavras os discursos do Karma
e de transformar em textos os herméticos
sons do coração.
TRADUZIR, é isto que faço.
Transformo sofrimento em adjetivos,
dores em substantivos,
frustrações em interjeições.
Uns lêem cartas, búzios
Ou copos de água;
Outros lêem estrelas.
A mim foi dado o dom de ler os olhos
E as contrações De uma face aflita.
Nós, os místicos de muitas, eras temos
Cada um ao seu modo,
Motivos e funções para sua existência.
Somos os instrumentos.
Dentre estes, sou a agulha que lê o disco,
o programa que interpreta,
automático
as informações nervosas e variadas
que penetram pelas mãos,
tensas,
de quem as digita.
Sou o tradutor.
Mario sales
Ser o tradutor é uma boa meta, entender e tentar compreender para auxiliar. E o melhor de tudo isso, poder estar no pé da montanha, no mundo real, na vida cotidiana...
" O caminho da iluminação,não é estar no alto da montanha meditando, ao contrario, é descer a montanha " - Nosso ponto de equilíbrio esta aqui embaixo no mundo real, onde as dificuldades são gigantes e a mudança é a única constante. O meu ponto de superação deve ser agora, sem família, com dinheiro limitado e acabando, sem afeto, sem abraço, sozinho em terras desconhecidas. O Mario me ensinou uma das maiores lições da minha vida, e em seu primeiro livro ele diz assim na introdução:
PHYSIS
Nós os místicos de muitas eras
Como todos os outros antes de nós
Dedicamo – nos, permanentemente,
A desenvolver o dom.
Alguns de nós aperfeiçoam as viagens
no tempo e há aqueles que desenvolvem
os dons da cura.
A mim foi dado o dom de perceber as
Verdades atrás dos silêncios
E de conhecer o que há oculto
nas almas dos homens.
Alguns de nós se purificam pela fé
E outros fazem de suas almas escudos
Impenetráveis contra o mal.
A mim foi dado o dom de ouvir pedidos
Velados de auxilio
E de acudir aqueles que apenas
Tartamudeiam suas dores.
A mim foi dada a missão de veicular com
palavras os discursos do Karma
e de transformar em textos os herméticos
sons do coração.
TRADUZIR, é isto que faço.
Transformo sofrimento em adjetivos,
dores em substantivos,
frustrações em interjeições.
Uns lêem cartas, búzios
Ou copos de água;
Outros lêem estrelas.
A mim foi dado o dom de ler os olhos
E as contrações De uma face aflita.
Nós, os místicos de muitas, eras temos
Cada um ao seu modo,
Motivos e funções para sua existência.
Somos os instrumentos.
Dentre estes, sou a agulha que lê o disco,
o programa que interpreta,
automático
as informações nervosas e variadas
que penetram pelas mãos,
tensas,
de quem as digita.
Sou o tradutor.
Mario sales
Ser o tradutor é uma boa meta, entender e tentar compreender para auxiliar. E o melhor de tudo isso, poder estar no pé da montanha, no mundo real, na vida cotidiana...



0 comentários:
Postar um comentário