ANDRÉ GOSTA DISSO:
Para ouvir e ver: Uakti - Lágimas do Sul
Para ler: O monte cinco - PauloCoelho
Pare ler: Virando a própria mesa - Ricardo semler
Para ouvir e ver: Uakti - Lágimas do Sul
Para ler: O monte cinco - PauloCoelho
Pare ler: Virando a própria mesa - Ricardo semler
Estava conversando com uma garota ultimo fim de semana e em determinado momento ela me perguntou: " Você não acha que deixar de aproveitar as coisas boas da vida (bebericar com os amigos, ir a festas badaladas, micaretas, etc.) é desperdiçar a vida?" Na hora tive uma certa dificuldade de responder-lhe, apesar de ter esta idéia clara em minha mente, não consegui, mostrar-lhe meu ponto de vista, mas como de costume fiquei um tempo a refletir sobre esta questão.
Algumas horas se passaram e lembrei-me da ANDREIA, uma pessoa que conheci há umas quatro semanas, me encantei com a sua postura desde a primeira vez que a vi. Uma mulher seria, determinada, bela, não deixando á menor duvida da seriedade de seus propósitos. No inicio pensei estar diante de uma chata, mal humorada, mas o tempo me revelou uma pessoa sensível e que valia a pena á companhia por ser agradável, sensata, determinada e por incrível que pudesse parecer: DOCE. Com uma delicadeza no olhar que só era possível ver se olhasse bem de perto, onde poucos se atreviam a chegar e no silêncio das palavras, uma incrível descoberta.
O que me encantou na Andréia era a sua idéia clara de "não perfeição", disse-me uma vez: "Eu gosto de samba, de cerveja, de farras e de todas essas coisas que quando nos deixamos envolver, no inicio é ótimo, mas no dia seguinte temos a sensação que não valeu a pena, pois conduzem-nos a uma área da nossa vida que não gostamos muito, mas eu me conheço e devo estar vigilante para que essas coisas não me controlem". Isto não era evitar a felicidade, era um autoconhecimento que ultrapassava a normalidade, estar ciente que "a mente, pode fazer do teu corpo, um parque de diversões" (HPB). Estava diante de uma pessoa que se conhecia muito, a ponto de entender seus anseios, duvidas e medos; Preferia controlá-los para que não se tornem mais fortes que ela mesma. Eu já havia conhecido pessoas assim antes, mas isso é muito mais forte longe de casa, em um lugar onde podemos fazer "o que der na telha" que não temos amigos ou reputação a zelar, onde o único juiz é a consciência, e ela a gente pode tentar inebriar...
Deparei-me com um texto Hindu antigo, ouvindo uma palestra na internet e o texto deve ter uns 3000 anos seu nome é katha upanishad e ele retrata bem esta condição humana:
"Saiba que o ser é o passageiro e o corpo, a carruagem; que o intelecto é o cocheiro e a mente, as rédeas". "Os sentidos, dizem os Sábios, são os cavalos, as estradas que percorrem são os labirintos do desejo".
Sabendo que a nossa essência não é o corpo em si, que quanto mais desenvolvido o intelecto e a mente maior a forca das rédeas para com os nossos cavalos e as estradas do desejo, fica mais fácil explicar esse conflito interno. Na verdade se permitirmos o cavalo que irá controlar a nossa vida, os cavalos são movidos unicamente por nossas vontades materiais.
Hoje tenho um profundo respeito por pessoas que como a Andréia conhece e entende a força desses impulsos e através deste autoconhecimento consegue domá-los.
Aprendi com ela a ser menos vulnerável, venho estudando o trabalho de Anthony Robbins e descobri que esse padrão que seguimos acontece porque estamos condicionados a conectar com prazer algumas coisas que não são boas e conseqüentemente não as julgamos, é incrível poder perceber que com uma pequena distância essas coisas perdem a força e nossa consciência aparece mais forte, para realmente decidir o melhor caminho a seguir, como um móbile frágil, podemos pender de lado a lado, ser perder o centro e retornar mais fortes, renovados e mais inteligentes ao ponto de partida, para então decidir:
É ISSO MESMO QUE QUERO PARA A MINHA VIDA?
E nesse caminho individual cabe a cada um escrever a próxima pagina da sua história.
Algumas horas se passaram e lembrei-me da ANDREIA, uma pessoa que conheci há umas quatro semanas, me encantei com a sua postura desde a primeira vez que a vi. Uma mulher seria, determinada, bela, não deixando á menor duvida da seriedade de seus propósitos. No inicio pensei estar diante de uma chata, mal humorada, mas o tempo me revelou uma pessoa sensível e que valia a pena á companhia por ser agradável, sensata, determinada e por incrível que pudesse parecer: DOCE. Com uma delicadeza no olhar que só era possível ver se olhasse bem de perto, onde poucos se atreviam a chegar e no silêncio das palavras, uma incrível descoberta.
O que me encantou na Andréia era a sua idéia clara de "não perfeição", disse-me uma vez: "Eu gosto de samba, de cerveja, de farras e de todas essas coisas que quando nos deixamos envolver, no inicio é ótimo, mas no dia seguinte temos a sensação que não valeu a pena, pois conduzem-nos a uma área da nossa vida que não gostamos muito, mas eu me conheço e devo estar vigilante para que essas coisas não me controlem". Isto não era evitar a felicidade, era um autoconhecimento que ultrapassava a normalidade, estar ciente que "a mente, pode fazer do teu corpo, um parque de diversões" (HPB). Estava diante de uma pessoa que se conhecia muito, a ponto de entender seus anseios, duvidas e medos; Preferia controlá-los para que não se tornem mais fortes que ela mesma. Eu já havia conhecido pessoas assim antes, mas isso é muito mais forte longe de casa, em um lugar onde podemos fazer "o que der na telha" que não temos amigos ou reputação a zelar, onde o único juiz é a consciência, e ela a gente pode tentar inebriar...
Deparei-me com um texto Hindu antigo, ouvindo uma palestra na internet e o texto deve ter uns 3000 anos seu nome é katha upanishad e ele retrata bem esta condição humana:
"Saiba que o ser é o passageiro e o corpo, a carruagem; que o intelecto é o cocheiro e a mente, as rédeas". "Os sentidos, dizem os Sábios, são os cavalos, as estradas que percorrem são os labirintos do desejo".
Sabendo que a nossa essência não é o corpo em si, que quanto mais desenvolvido o intelecto e a mente maior a forca das rédeas para com os nossos cavalos e as estradas do desejo, fica mais fácil explicar esse conflito interno. Na verdade se permitirmos o cavalo que irá controlar a nossa vida, os cavalos são movidos unicamente por nossas vontades materiais.
Hoje tenho um profundo respeito por pessoas que como a Andréia conhece e entende a força desses impulsos e através deste autoconhecimento consegue domá-los.
Aprendi com ela a ser menos vulnerável, venho estudando o trabalho de Anthony Robbins e descobri que esse padrão que seguimos acontece porque estamos condicionados a conectar com prazer algumas coisas que não são boas e conseqüentemente não as julgamos, é incrível poder perceber que com uma pequena distância essas coisas perdem a força e nossa consciência aparece mais forte, para realmente decidir o melhor caminho a seguir, como um móbile frágil, podemos pender de lado a lado, ser perder o centro e retornar mais fortes, renovados e mais inteligentes ao ponto de partida, para então decidir:
É ISSO MESMO QUE QUERO PARA A MINHA VIDA?
E nesse caminho individual cabe a cada um escrever a próxima pagina da sua história.



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